Este post surgiu de uma proposta do blog neoabjeccionismo.
Nao sei se é bem o tipo de coisas que digo ou que escrevo mas irei tentar colocar aqui alguns dos meus pensamentos ao tema proposto pelo neoabjeccionismo a 3 blogs, o amor.
Começa bem, nem significado tenho para dar a minha definiçao do inexplicavel mas plausivel para voçes.
Dizem que “amor” é uma palavra muito forte.
Descordo.
O que é forte é o sentimento de amor, muitas vezes essa palavra é pronunciada da forma errada e friamente e nao é considerado forte, é considerado apenas mentira.
Palavra dita em vao que pode ser simplesmente substituida por um ‘gosto de ti’. Porque quanto maior a altura, maior a queda.
Um “amo-te” frio e insignificante pode gelar uma alma sabedora e perspicaz , uma alma que ja passou por muitos amo-te’s e nao irá cair mais naquela falesia que tanto insistiu para que la ficasse.
Mas a mentira tambem pode estar ligada ao amor por outros traços como o regular “nao amo nada” ao ocultar um sentimento que quanto mais negado, mais afirmaçoes e provas sao reveladas ao mundo.
Um “amo-te” escondido por palavras descontentes do seu significado, um “amo-te” sentido mas nao correspondido. Um ser compreendido pelos outros mas sem compreensao em si, que irá a procura do amor no nao compreensivel.
Sei bem, que é um tema imensamente subjectivo. Mas temos de ser empiristas, nao podemos apenas acreditar naquilo que vemos, temos de ver os efeitos causados, o amor causa efeitos.
Quando piso as pedras da calçada é o que mais ouço e sinto, ja foram pisadas por alguem apaixonado que por ali passou a pensar no seu amado desconhecido, muita gente ali passou a tomar a decisao da vida delas, muita gente por ali passou contado historias de amor aos netos, amor eterno, amor verdadeiro, fairy tale.
Teria ainda alguns assuntos a explorar neste tema, mas vou ficar por aqui.
Obrigado ao Neoabjeccionismo
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
“Conta-me a história mais linda
Que me contaste uma vez
Em voz baixa sussorrando no ouvido
Que pode ser a última vez”
Houve tanta coisa que ficaste por saber
Se me pedir, devagarinho talvez lhe irei dizer
Venha devagar sem me pressionar
Nao sei se consigo acreditar
Houve tanta coisa que gostava de saber
Se existi e reparou que vivi
Agora vou-me mudar, irei viver noutro planeta
Ficará tudo aqui, todas as obras que construi
Irá fazer-lhe lembrar de mim?
Eu levo aquele pedaço de tempo embrulhado
Pode ter a certeza que nunca o perderei
Foi magia, faz magia, plim plim.
Que me contaste uma vez
Em voz baixa sussorrando no ouvido
Que pode ser a última vez”
Houve tanta coisa que ficaste por saber
Se me pedir, devagarinho talvez lhe irei dizer
Venha devagar sem me pressionar
Nao sei se consigo acreditar
Houve tanta coisa que gostava de saber
Se existi e reparou que vivi
Agora vou-me mudar, irei viver noutro planeta
Ficará tudo aqui, todas as obras que construi
Irá fazer-lhe lembrar de mim?
Eu levo aquele pedaço de tempo embrulhado
Pode ter a certeza que nunca o perderei
Foi magia, faz magia, plim plim.
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